
Existe somente uma idade para a gente ser feliz, somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar e fazer planos e ter energia bastante para realizá-los a despeito de todas as dificuldades e obstáculos. Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade sem medo nem culpa de sentir prazer. Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida à nossa própria imagem e semelhança e vestir-se com todas as cores e experimentar todos os sabores e entregar-se a todos os amores sem preconceito nem pudor. Tempo de entusiasmo e coragem em que todo desafio é mais um convite à luta que a gente enfrenta com toda disposição de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO, e quantas vezes for preciso. Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE e tem a duração do instante que passa.
Escrito por MATOS DO MUNDO às 12h39
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A idade de ser feliz
"Já  Existe somente uma idade para a gente ser feliz, somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar e fazer planos e ter energia bastante para realizá-los a despeito de todas as dificuldades e obstáculos. Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade sem medo nem culpa de sentir prazer. Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida à nossa própria imagem e semelhança e vestir-se com todas as cores e experimentar todos os sabores e entregar-se a todos os amores sem preconceito nem pudor. Tempo de entusiasmo e coragem em que todo desafio é mais um convite à luta que a gente enfrenta com toda disposição de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO, e quantas vezes for preciso. Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE e tem a duração do instante que passa. Mario Quintana
Escrito por MATOS DO MUNDO às 12h34
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Os advogados gaúchos Irani Mariani e Marco Pollo Giordani ajuizaram, na Justiça Federal, uma ação que pretende discutir as horas extras pagas e não trabalhadas, no Senado, e outras irregularidades que estão sendo cometidas naquela Casa.
A ação tramita na 5a. Vara da Justiça Federal de Porto Alegre e tem como réus a União, os senadores Garibaldi Alves e Efraim Morais e "todos os 3.883 funcionários do Senado Federal, cuja nominata, para serem citados, posteriormente, deverá ser fornecida pelo atual presidente do Senado Federal, senador José Sarney". O ponto nuclear da ação é que durante o recesso de janeiro deste ano, em que nenhum senador esteve em Brasília, 3,8 mil servidores do Senado, sem exceção, receberam, juntos, R$ 6,2 milhões em horas extras não trabalhadas - segundo a petição inicial. Os senadores Garibaldi e Efraim são, respectivamente, o ex-presidente e o ex-secretário da Mesa do Senado. Foram eles que autorizaram o pagamento das horas extras por serviços não prestados. A ação popular também busca "a revisão mensal do valor que cada senador está custando: R$ 16.500,00 (13º, 14º e 15º salários); mais R$ 15.000,00 (verba de gabinete isenta de impostos); mais R$ 3.800,00 de auxílio moradia; mais R$ 8.500,00 de cotas para materiais gráficos; mais R$ 500,00 para telefonia fixa residencial, mais onze assessores parlamentares (ASPONES) com salários a partir de R$ 6.800,00; mais 25 litros/DIA de combustível, com carro e motorista; mais cota de cinco a sete passagens aéreas, ida e volta, para visitar a 'base eleitoral'; mais restituição integral de despesas médicas para si e todos os seus dependentes, sem limite de valor; mais cota de R$ 25.000,00 ao ano para tratamentos odontológicos e psicológicos". Esse conjunto de gastos está - segundo os advogados Mariani e Giordani - "impondo ao erário uma despesa anual em todo o Senado, de: - R$ 406.400.000,00; ou - R$ 5.017.280,00 para cada senador. Tais abusos acarretam uma despesa paga pelo suado dinheiro do contribuinte em média de: - R$ 418.000,00 por mês, como custo de cada senador da República". Mariani disse ao 'Espaço Vital' que, "como a ação popular também tem motivação pedagógica, estamos trabalhando na divulgação do inteiro teor da petição inicial, para que a população saiba que existem meios legais para se combater a corrupção". Cópia da peça está sendo disponibilizada por este site. A causa será conduzida pela juíza Vânia Hack de Almeida. (Proc. nº 2009.71.00.009197-9)
Escrito por Matos às 23h11
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Uma linda garota (20 aninhos, loirinha do olho azul...), entra na loja um turco e pergunta o preço de um belo tapete. - São 400,00 reais responde o turco. - Moço! Eu só tenho 300,00. Vende por 300,00? - Não tem como, moça. Esse tapete me custa quase isso! - Ah! Moço! Vende pra mim? - Não posso... E apesar da longa choradeira da menina o turco não baixou o preço, mas fez uma proposta para ela: - Se você aguentar uma 'trepada' em cima desse tapete, pode levar ele de graça. - O que? Trepar? Meter? Transar? O senhor quer dizer fazer sexo? - Exatamente! Se você der prá mim em cima do tapete, pode levar ele de graça, mas com uma condição: NÃO PODE PEIDAR'. - Tá bom, eu topo. Eu quero muito esse tapete. O turco foi lá fora, deu uma olhada para os lados e fechou a porta do estabelecimento. A menina já estava pelada em cima do tapete. Quando o turco baixou a calça, apareceu um negócio que pareciauma tromba de elefante. A ponta quase batia no joelho do infeliz. Era bemdotadomesmo. A moça arregalou o olho, mas, o negócio já estava combinado. O turco se posicionou sobre a garota e quando deu a 1ª encostada com força, ela gemeu, suspirou e... peidou. Voltou prá casa chorando, desesperada, nada lhe consolava. Contou a história para sua mãe. - O que????? - disse a mãe - Eu vou lá e vou resolver isso. Vou trazer esse tapete. É uma questão de honra! Foi até a loja. O turco fez a mesma proposta. - Não pode peidar! - Lembrou ele... E foi só o turco encostar o 'mandiocão' que a mulher prendeu a respiração,mordeu o lábio e .. peidou. Voltou prá casa chorando, lamentando,xingando o desgraçado. A vovó que ouviu toda a história disse que esse era um problemapara ela resolver. E foi lá prá loja do turco. Após uma hora, mais ou menos, lá estava chegando a velha,carregando o tapete enrolado no ombro... A mãe e a filha, que haviam ficado em casa aguardando, fizeram a maior festa, pulavam alegremente,felizes perguntaram como ela havia conseguido. Ela respondeu: - Eu não consegui nada! Eu só estou trazendo ele para lavar. Eu caguei nele!
Escrito por Matos às 01h49
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva escolheu o doutor da Universidade da Sorbonne e procurador do Ministério Público Federal Joaquim Benedito Barbosa Gomes, 48 anos, para ocupar uma vaga entre os Ministros do Supremo Tribunal Federal. No dia 7 de maio de 2003, o abismo social brasileiro simbolicamente ficou um pouco menor. O jovem negro que cuidava da limpeza do Tribunal Regional Eleitoral de Brasília está prestes a chegar ao topo da carreira da Justiça após quatro décadas de vitórias contra desigualdades sociais e raciais. A primeira foi em Paracatu, interior de Minas, onde nasceu numa família de sete irmãos, com a mãe dona-de-casa e o pai pedreiro e, mais tarde, dono de uma olaria. Lá, percebeu que só o estudo poderia mudar a sua história. Já aos 10 anos dividia o tempo entre o trabalho na microempresa da família e a escola. O saber era quase uma obsessão. "Uma das piores lembranças da minha infância foi o ano em que fiquei longe da escola porque a diretora baixou uma norma cobrando mensalidade. No ano seguinte, a exigência caiu e voltei à sala de aula. Estudar era a minha vida e conhecer o mundo o meu sonho. Adorava aprender outras línguas". O domínio de línguas estrangeiras foi a engrenagem para mobilidade social de Joaquim Barbosa. Aos 16 anos, deixou a família e a infância em Minas e foi atrás de emprego e educação em Brasília. Dividia o tempo entre os bancos escolares e a faxina no TRE do Distrito Federal. Um dia, o mineiro, na certeza da solidão, cantava uma canção em inglês enquanto limpava o banheiro do TRE. Naquele momento, um diretor do tribunal entrou e achou curioso uma pessoa da faxina ter fluência em outro idioma. A estranheza se transformou em admiração e, na prática, abriu caminho para outras funções. Primeiro como contínuo e, mais tarde, como compositor de máquina off set da gráfica do Correio Brasiliense. A conquista não sairia barato "Lembro de uma chefe que me humilhava na frente dos companheiros de trabalho e questionava minha capacidade. No início, foi difícil, mas acabei me estabilizando no emprego e mostrando o quanto era profissional. A renda aumentou, mas ainda era pouca para ele e a família lá em Minas". Foi trabalhar também no Jornal de Brasília acumulando dois empregos e jornada de 12 horas. Mais tarde, trocou os dois por um. Foi para Gráfica do Senado trabalhar das 23h às 6h da manhã. Depois do trabalho, a Universidade de Brasília. O único aluno negro do curso de direito da UnB tinha que brigar contra o sono e a intolerância. "Havia um professor que, ao me ver cochilando, me tirava da sala". Joaquim Barbosa continuava sonhando acordado. Prestou prova para oficial da chancelaria do Itamaraty e passou. Trocou o bem remunerado emprego do Senado por um, que pagava bem menos. Mas o novo trabalho tinha uma vantagem incalculável: poder viajar para a Europa. Durante seis meses, conheceu países como Finlândia e Inglaterra. De volta ao Brasil, prestou concurso para carreira diplomática. Foi aprovado em todas as etapas e ficou na entrevista: a única na qual a cor de sua pele era identificada. Após esse episódio, a consciência racial de Joaquim Barbosa, que começou a ser desenhada na adolescência, ganhou contornos mais fortes. Ganhou novas cores, quando, já como jurista do Serpro, conheceu o país, especialmente o Nordeste e, em particular, Salvador. Bahia foi uma paixão a primeira vista do mineiro. Foi lá onde Joaquim Barbosa teve um contato maior com o que ele chama de "Negritude". A percepção de ser minoria entre as elites ficou ainda mais nítida fora do país. O jurista explica que o sentimento de isolamento e solidão é muito forte num "ambiente branco" da Europa. Ser uma exceção aqui e no além mar ficou ainda mais forte após o doutorado na Universidade de Sorbonne. Nessa época já acumulava títulos pouco comuns para maioria das pessoas com a mesma cor de pele: Procurador do Ministério Público e professor universitário. Antes, já tinha passado pela assessoria jurídica do Ministério da Saúde. O exercício de vencer barreira, de alguma forma, está em sua tese de doutorado, publicada em francês. O doutor explica que o seu objeto de estudo foi o direito público em diferentes países, como os EUA e a França. "A minha intenção foi ultrapassar limites geográficos, políticos e culturais. Quero um conhecimento que vá além da fronteiras dos países". É autor das obras: "La Cour Suprême dans le Système Politique Brésilien", publicada na França em 1994 pela Librairie Générale de Droit et de Jurisprudence (LGDJ), na coleção "Bibliothèque Constitutionnelle et de Science Politique"; "Ação Afirmativa & Princípio Constitucional da Igualdade. O Direito como Instrumento de Transformação Social. A Experiência dos EUA", publicado pela Editora Renovar, Rio de Janeiro, 2001; e de inúmeros artigos de doutrina. Fez também estudos complementares de línguas estrangeiras no Brasil, na Inglaterra, nos Estados Unidos, na Áustria e na Alemanha. O que mais???? Doutor e Mestre na arte de ensinar que não existem barreiras intransponíveis. Olá Excelência, tenha um bom dia! Obrigado por existir.
Escrito por Matos às 01h44
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O alemãozinho está sentado, de boca aberta. A mãe passa e diz: 'Fritz, você está com o boca aberta....' E ele: Eu sei, mamã, foi eu que abri.... A senhorita aceita um uisque? - Não posso. Me faz mal para as pernas. - As suas pernas incham? - Não. Abrem...
Escrito por Matos às 01h39
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Carta aberta ao Senador Renan Calheiros
TEXTO DE TEREZA COLLOR Publicado por Mendonça Neto, Jornal Extra - Rio de Janeiro. "Vida de gado. Povo marcado. Povo feliz". As vacas de Renan dão cria 24 h por dia. Haja capim e gente besta em Murici e em Alagoas! Uma qualidade eu admiro em você: o conhecimento da alma humana. Você sabe manipular as pessoas, as ambições, os pecados e as fraquezas. Do menino ingênuo que eu fui buscar em Murici para ser deputado estadual em 1978 - que acreditava na pureza necessária de uma política de oposição dentro da ditadura militar - você, Renan Calheiros, construiu uma trajetória de causar inveja a todos os homens de bem que se acovardam e não aprendem nunca a ousar como os bandidos. Você é um homem ousado. Compreendeu, num determinado momento, que a vitória não pertence aos homens de bem, desarmados desta fúria do desatino, que é vencer a qualquer preço. E resolveu armar-se. Fosse qual fosse o preço, Renan Calheiros nunca mais seria o filho do Olavo, a degladiar-se com os poderosos Omena, na Usina São Simeão, em desigualdade de forças e de dinheiros. Decidiu que não iria combatê-los de peito aberto, descobriria um atalho, um mil artifícios para vencê-los, e, quem sabe, um dia derrotaria todos eles, os emplumados almofadinhas que tinham empregados cujo serviço exclusivo era abanar, durante horas, um leque imenso sobre a mesa dos usineiros, para que os mosquitos de Murici (em Murici, até os mosquitos são vorazes) não mordessem a tez rósea de seus donos: Quem sabe, um dia, com a alavanca da política, não seria Renan Calheiros o dono único, coronel de porteira fechada, das terras e do engenho onde seu pai, humilde, costumava ir buscar o dinheiro da cana, para pagar a educação de seus filhos, e tirava o chapéu para os Omena, poderosos e perigosos. Renan sonhava ser um big shot, a qualquer preço. Vendeu a alma, como o Fausto de Goethe, e pediu fama e riqueza, em troca. Quando você e o então deputado Geraldo Bulhões, colegas de bancada de Fernando Collor, aproximaram- se dele e se aliaram, começou a ser parido o novo Renan. Há quem diga que você é um analfabeto de raro polimento, um intuitivo. Que nunca leu nenhum autor de economia, sociologia ou direito. Os seus colegas de Universidade diziam isso. Longe de ser um demérito, essa sua espessa ignorância literária faz sobressair, ainda mais, o seu talento de vencedor. Creio que foi a casa pobre, numa rua descalça de Murici, que forneceu a você o combustível do ódio à pobreza e o ser pobre. E Renan Calheiros decidiu que, se a sua política não serviria ao povo em nada, a ele próprio serviria em tudo. Haveria de ser recebido em Palacios, em mansões de milionários, em Congressos estrangeiros, como um príncipe, e quando chegasse a esse ponto, todos os seus traumas banhados no rio Mundaú, seriam rebatizados em Fausto e opulência; "Lá terei a mulher que quero, na cama que escolherei. Serei amigo do Rei." Machado de Assis, por ingênuo, disse na boca de um dos seus personagens: "A alma terá, como a terra, uma túnica incorruptível. " Mais adiante, porém, diante da inexorabilidade do destino do desonesto, ele advertia: "Suje-se, gordo! Quer sujar-se? Suje-se, gordo!" Renan Calheiros, em 1986, foi eleito deputado federal pela segunda vez. Nesse mandato, nascia o Renan globalizado, gerente de resultados, ambição à larga, enterrando, pouco a pouco, todos os escrúpulos da consciência. No seu caso, nada sobrou do naufrágio dasilusões de moço! Nem a vergonha na cara. O usineiro João Lyra patrocinou essa sua campanha com US1.000.000. O dinheiro era entregue, em parcelas, ao seu motorista Milton, enquanto você esperava, bebericando, no antigo Hotel Luxor, av. Assis Chateaubriand, hoje Tribunal do Trabalho. E fez uma campanha rica e impressionante, porque entre seus eleitores havia pobres universitários comunistas e usineiros deslumbrados, a segui-lo nas estradas poeirentas das Alagoas, extasiados com a sua intrepidez em ganhar a qualquer preço. O destemor do alpinista, que ou chega ao topo da montanha - e é tudo seu, montanha e glória - ou morre. Ou como o jogador de pôquer, que blefa e não treme, que blefa rindo, e cujos olhos indecifráveis intimidam o adversário. E joga tudo. E vence. No blefe. Você, Renan não tem alma, só apetites, dizem. E quem, na política brasileira, a tem? Quem, neste Planalto, centro das grandes picaretagens nacionais, atende no seu comportamento a razões e objetivos de interesse público? ACM, que, na iminência de ser cassado, escorregou pela porta da renúncia e foi reeleito como o grande coronel de uma Bahia paradoxal, que exibe talentos com a mesma sem-cerimônia com que cultiva corruptos? José Sarney, que tomou carona com Carlos Lacerda, com Juscelino, e, agora, depois de ter apanhado uma tunda de você, virou seu pai-velho, passando-lhe a alquimia de 50 anos de malandragem? Quem tem autoridade moral para lhe cobrar coerência de princípios? O presidente Lula, que deu o golpe do operário, no dizer de Brizola, e hoje hospeda no seu Ministério um office boy do próprio Brizola? Que taxou os aposentados, que não o eram, nem no Governo de Collor, e dobrou o Supremo Tribunal Federal? No velho dizer dos canalhas, todos fazem isso, mentem, roubam, traem. Assim, senador, você é apenas o mais esperto de todos, que, mesmo com fatos gritantes de improbidade, de desvio de conduta pública e privada, tem a quase unanimidade deste Senado de Quasímodos morais para blinda-lo. E um moço de aparência simplória, com um nome de pé de serra - Siba - é o camareiro de seu salvo-conduto para a impunidade, e fará de tudo para que a sua bandeira - absolver Renan no Conselho de Ética - consagre a sua carreira. Não sei se este Siba é prefixo de sibarita, mas, como seu advogado in pectore, vida de rico ele terá garantida. Cabra bom de tarefa, olhem o jeito sestroso com que ele defende o chefe... É mais realista que o Rei. E do outro lado, o xerife da ditadura militar, que, desde logo, previne: quero absolver Renan. Que Corregedor!. .. Que Senado!...Vou reproduzir aqui o que você declarou possuir de bens em 2002 ao TRE. Confira, tem a sua assinatura: 1) Casa em Brasília, Lago Sul, R$ 800 mil, 2) Apartamento no edifício Tartana, Ponta Verde, R$ 700 mil, 3) Apartamento no Flat Alvorada, DF, de R$ 100 mil, 4) Casa na Barra de S Miguel de R$ 350 mil .. E SÒ. Você não declarou nenhuma fazenda, nem uma cabeça de gado!! Sem levar em conta que seu apartamento no Edifício Tartana vale, na realidade, mais de R$1 milhão, e sua casa na Barra de São Miguel, comprada de um comerciante farmacêutico, vale mais de R$ 2.000.000.Só aí, Renan, você DECLARA POSSUIR UM PATRIMONIO DE CERCA DE R$ 5.000.000. Se você, em 24 anos de mandato, ganhou BRUTOS, R$ 2 milhoes, como comprou o resto? E as fazendas, e as rádios, tudo em nome de laranjas? Que herança moral você deixa para seus descendentes? . Você vai entrar na história de Alagoas como um político desonesto, sem escrúpulos e que trai até a família. Tem certeza de que vale a pena? Uma vez, há poucos anos, perguntei a você como estava o maior latifundiário de Murici. E você respondeu: "Não tenho uma só tarefa de terra. A vocação de agricultor da família é o Olavinho." É verdade, especialmente no verde das mesas de pôquer! O Brasil inteiro, em sua maioria, pede a sua cassação. Dificilmente você será condenado. Em Brasília, são quase todos cúmplices. Mas olhe no rosto das pessoas na rua, leia direito o que elas pensam, sinta o desprezo que os alagoanos de bem sentem por você e seu comportamento desonesto e mentiroso. Hoje perguntado, o povo fecharia o Congresso. Por causa de gente como você! Por favor, divulguem pro Brasil inteiro pra ver se o congresso cria vergonha na cara. Os alagoanos agradecem. Thereza Collor
Escrito por Matos às 01h38
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Escrito por Matos às 19h10
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Um brasileiro, visitando Buenos Aires, sai para passear com seu amigo argentino, que o leva para conhecer um famoso obelisco na capital Buenos Aires. Maravilhado, o brasileiro, comenta: - Que belo monumento! Olha só o tamanho! O argentino pergunta: - Sabes o que foi usado de modelo para fazê-lo? - Não imagino algo tão grandioso... - responde o brasileiro. - Foi o pênis do meu pai! - diz o argentino, com um sorrisinho sacana. O brasileiro saiu puto da vida com o cara, esbravejando. No dia seguinte o brasileiro telefonou para o amigo e combinaram de encontrar-se na mesma praça, junto ao obelisco. Quando o argentino chegou, viu o brasileiro com mais 10 pessoas, todos de mãos dadas, circundando o obelisco. - O que é isso? O que vocês estão fazendo? - pergunta o argentino, curiosíssimo. E o brasileiro, com a cara mais cínica do mundo: - Estamos tentando calcular o tamanho do c*ú da tua mãe!!! 
Escrito por Matos às 19h06
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Não quero alguém que morra de amor por mim...
Só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto de mim, me abraçando. Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo, quero apenas que me ame, não me importando com que intensidade. Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim... Nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível... E que esse momento será inesquecível... Só quero que meu sentimento seja valorizado. Quero sempre poder ter um sorriso estampando em meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre... E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor. Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém... E poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou por perto. Queria ter a certeza de que apesar de minhas renúncias e loucuras, alguém me valoriza pelo que sou, não pelo que tenho... Que me veja como um ser humano completo, que abusa demais dos bons sentimentos que a vida lhe proporciona, que dê valor ao que realmente importa, que é meu sentimento... E não brinque com ele. E que esse alguém me peça para que eu nunca mude, para que eu nunca cresça, para que eu seja sempre eu mesmo. Não quero brigar com o mundo, mas se um dia isso acontecer, quero ter forças suficientes para mostrar a ele que o amor existe... Que ele é superior ao ódio e ao rancor, e que não existe vitória sem humildade e paz. Quero poder acreditar que mesmo se hoje eu fracassar, amanhã será outro dia, e se eu não desistir dos meus sonhos e propósitos, talvez obterei êxito e serei plenamente feliz. Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas... Que a esperança nunca me pareça um "não" que a gente teima em maquiá-lo de verde e entendê-lo como "sim". Quero poder ter a liberdade de dizer o que sinto a uma pessoa, de poder dizer a alguém o quanto ela é especial e importante pra mim, sem ter de me preocupar com terceiros... Sem correr o risco de ferir uma ou mais pessoas com esse sentimento. Quero, um dia, poder dizer às pessoas que nada foi em vão... Que o amor existe, que vale a pena se doar às amizades a às pessoas, que a vida é bela sim, e que eu sempre dei o melhor de mim...e que valeu a pena!!!
Escrito por Matos às 19h02
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O sujeito estava nomorando a morena mais gostosa do bairro. Aquela que todo mundo gostaria de dar uns amassos. Logo anunciaram casamento. Mas, depois de alguns meses de paixão, a rotina tomou conta do casamento. - Amorzinho - disse a morena -, a torneira da pia está quebrada. Você não vai consertar? - Eu não, eu nao sou encanador! - responde o marido. Depois de alguns dias: - Amorzinho, os ladrilhos do banheiro estão soltos, você não vai consertar? - Cê tá doida! Eu não sou pedreiro! Mais alguns dias: - Amorzinho, meu guarda-roupas está com problema, você não vai consertar? - Cê ta maluca! Eu não sou marceneiro! Um dia o sujeito teve que ir viajar por uma semana. Quando voltou encontrou tudo consertado. - Quem consertou a pia? - perguntou o marido. - O Ricardo - respondeu a morena. - E os ladrilhos do banheiro? - O Ricardo também. - E a porta do nosso guarda-roupas? - Ora, o Ricardo. - Mas onde você arrumou dinheiro para pagar o Ricardo, se eu não deixei dinheiro para você? - Ah, meu bem, quando eu perguntei como poderia pagar, ele me disse que eu tinha duas opções: ou fazia alguns pasteizinhos ou ia pra cama com ele... - Aquele ordinário! Eu mato aquele desgraçado! Como é que ele fala assim com você? Quantos pasteizinhos ele comeu? - Cê tá louco? Eu não sou cozinheira!!
Escrito por Matos às 18h59
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O sujeito estava nomorando a morena mais gostosa do bairro. Aquela que todo mundo gostaria de dar uns amassos. Logo anunciaram casamento. Mas, depois de alguns meses de paixão, a rotina tomou conta do casamento. - Amorzinho - disse a morena -, a torneira da pia está quebrada. Você não vai consertar? - Eu não, eu nao sou encanador! - responde o marido. Depois de alguns dias: - Amorzinho, os ladrilhos do banheiro estão soltos, você não vai consertar? - Cê tá doida! Eu não sou pedreiro! Mais alguns dias: - Amorzinho, meu guarda-roupas está com problema, você não vai consertar? - Cê ta maluca! Eu não sou marceneiro! Um dia o sujeito teve que ir viajar por uma semana. Quando voltou encontrou tudo consertado. - Quem consertou a pia? - perguntou o marido. - O Ricardo - respondeu a morena. - E os ladrilhos do banheiro? - O Ricardo também. - E a porta do nosso guarda-roupas? - Ora, o Ricardo. - Mas onde você arrumou dinheiro para pagar o Ricardo, se eu não deixei dinheiro para você? - Ah, meu bem, quando eu perguntei como poderia pagar, ele me disse que eu tinha duas opções: ou fazia alguns pasteizinhos ou ia pra cama com ele... - Aquele ordinário! Eu mato aquele desgraçado! Como é que ele fala assim com você? Quantos pasteizinhos ele comeu? - Cê tá louco? Eu não sou cozinheira!!
Escrito por Matos às 18h59
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Se eu soubesse que essa seria a última vez que eu veria você dormir,
eu me aconchegaria mais apertado e rogaria ao Senhor que a protegesse. Se eu soubesse que essa seria a última vez que veria você sair pela porta, eu a abraçaria, beijaria você mais vezes e a chamaria de volta para abraçar e beijar uma vez mais. Se eu soubesse que essa seria a última vez que ouviria a sua voz em oração, eu filmaria cada gesto e gravaria cada palavra para que eu pudesse ver e ouvir de novo, dia após dia... eu gastaria um minuto extra, ou dois, para parar e dizer: “EU TE AMO”, ao invés de assumir que você já sabia disso... Se eu soubesse que essa seria a última vez, eu estaria do seu lado, partilhando do seu dia, ao invés de pensar: ”Bem, tenho certeza de que outras oportunidades virão, e eu posso deixar passar esse dia”... É claro que haverá um amanhã para se fazer uma revisão, e nós teríamos uma segunda chance de fazer as coisas da maneira certa. É claro que haverá um outro dia, para dizermos, um para o outro: “EU TE AMO”. E, certamente,haverá uma nova chance de dizermos, um para o outro: “Posso te ajudar em alguma coisa?” Mas no caso de eu estar errado, e hoje ser o último dia que temos, eu gostaria de dizer O QUANTO EU AMO VOCÊ. E espero que nunca esqueçamos disso. O dia de amanhã não está prometido a ninguém, jovem ou velho, e hoje pode ser sua última chance de segurar bem apertada a mão de quem você ama. Se você está esperando pelo amanhã, por que não fazer HOJE ? Porque se o amanhã não vier você, com certeza, se arrependerá pelo resto de sua vida, de não ter gasto aquele tempo extra num sorriso, num abraço, num beijo... porque você estaria muito ocupado para dar àquela pessoa aquilo que acabou sendo o último desejo dela... Então abrace a sua amada, o seu amado, HOJE, AGORA, bem apertado. Sussurre nos seus ouvidos dizendo o quanto você a ama e o quanto a quer junto de si ! Gaste um tempo para dizer: ”ME DESCULPE”, “POR FAVOR”, ”ME PERDOE”, ”OBRIGADO” ou ainda “NÃO FOI NADA”, “ESTÁ TUDO BEM”... Porque se o amanhã jamais chegar, você não terá que se arrepender pelo dia de hoje, pois o passado não volta e o futuro talvez não chegue... ? De todos os dias de sua vida há apenas dois nos quais você nada poderá fazer… O ONTEM e o AMANHÃ !!! Faça o que tiver que fazer HOJE. Texto que foi anexado no mural de comunicações internas da Gol, um dia após a queda do Boing, pelo marido de uma das aeromoças mortas.
Escrito por Matos às 20h08
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GLOBO - a senhora de nossos destinos

Após duas advertências recebidas pelo Ministério da Justiça, a Globo terá que reclassificar Senhora do Destino para maiores de 12 anos. A decisão do Ministério da Justiça em impedir a exibição de Senhora do Destino à tarde entrará em vigor em até 5 dias úteis após a publicação do despacho, que ocorreu nesta terça-feira (9). Com essa decisão do MJ a trama não poderá ser exibida antes das 20h. Entre os principais argumentos do Ministério está a exibição de cenas de assassinato, agressão física e verbal e linguagem de conteúdo sexual.
Em abril a emissora foi advertida por cenas da vilã Nazaré (Renata Sorrah/foto), da novela Senhora do Destino, consideradas violentas para o horário em que a trama vai ao ar. A Globo se comprometeu em ser mais severa nas mudanças e cortes para adequação da novela.
Procurada pela reportagem do NaTelinha, a Central Globo de Comunicação informou que a emissora irá recorrer da decisão.
AUDIÊNCIA
No mês de maio Senhora do Destino ficou em terceiro lugar no ranking dos programas mais vistos da televisão. Em primeiro aparece a trama Caminho das Índias, de Glória Perez, com 59,2%. Em segundo lugar aparece o Futebol dos domingos, com 56,2% e em terceiro Senhora do Destino com 52,8% dos televisores ligados no horário de exibição. ======================================================== A SENHORA DOS NOSSOS DESTINOS RESOLVEU ASSUMIR A NOSSA PIOR FACE: A FAMOSA "LEI DO GERSON"
Escrito por Matos às 01h06
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tão Brasil

Escrito por Matos às 20h29
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